A Marvel colocou as duas das principais séries do universo
mutante, Uncanny X-Men e a recém criada All New X-Men nas mãos de Brian Michael Bendis. O objetivo parece claro: repetir a fórmula que quase dez anos atrás [e bilhões de dólares cinematográficos a menos] deu
certo com os Vingadores, virados em um amontoado de zés-ruela antes dele
colocar as mãos nos personagens. Fernando Vieito escreveu um artigo no Zona
Negativa para nos explicar isso -- desdobrando-se um pouco mais sobre o COMO.
Vieito destacou as diferenças entre as duas situações
[Bendis, diz ele, agora é um melhor escritor de séries de super-equipes; o
estilo geral dos gibis mutantes é mais adequado às suas habilidades] e as
semelhanças entre os pontos de partida: o atual status quo dos X-Men parece com
o do Universo Marvel pós-Guerra Civil, com uma divisão entre o Wolverine “e os
seus seguidores, representando o papel ‘oficial’ que o Homem de Ferro teve em
Guerra Civil” e o Ciclope, “perseguido e odiado por todos, mas disposto a lutar
pelo que considera justo”.
Por outro lado, especificamente quanto as séries que estão
nas mãos de Bendis, Vieito comentou as diferenças entre os desenhistas -- o
“clássico” e “excepcional narrador, dotado de um traço dinâmico e espetacular”
Stuart Immonen em All New X-Men, e Chris Bachalo, de “estilo exagerado e as
vezes narrativamente confuso, mas plástico e de personalidade própria” na série
do mutante revolucionário Ciclope, Uncanny X-Men. [QUADRINHOS]
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