Revirando seus
arquivos, Daniel Best, do 20th Century Danny Boy, encontrou a revista Inside
Comix #1, de agosto de 1973. Nela, Jon Brancatelli, “que não tinha medo de
chamar as coisas as coisas pelos seus nomes”, fez uma lista dos “dez homens
mais poderosos dos quadrinhos”. Best pegou essa lista, comparou com outra feita com o mesmo propósito publicada na Comic
Book Collector #20, de agosto de 1994 e ainda fez algumas considerações
sobre o estado das coisas atualmente -- tudo para analisar o FLUXO DE PODER.
A lista da Inside
Comix era encabeçada por Carmine Infantino [que então era publisher da National
Periodical Publications, que só adotou oficialmente o nome DC Comics em 1977,
“cabeça da mais financeiramente estável companhia de quadrinhos no mercado”],
James Warren [criador da Warren, que publicada as revistas Creepy, Eerie e
Vampirella], Sol Harrison [Production Manager da National], Stan Lee, John
Goldwater [proprietário da Archie Comics e “presidente da Comic Magazine
Association of America”, que controlava o Comic Code]. Jack Kirby e Neal Adams
[“guru ideológico de vários jovens artistas chegando à indústria”] também
estavam lá [oitavo e nono, respectivamente].
Mais
quadrinistas estavam na lista de 1994. Na ponta estava Steve Geppi [criador,
presidente e CEO da Diamond Comic Distributors], mas Todd McFarlane [quinto], Mike
Richardson [Publisher da Dark Horse Comics, sexto], Frank Miller [que recém
tinha criado o selo Legend, junto com John Byrne, na Dark Horse, sétimo], e Neil Gaiman [décimo] marcaram presença.
Divagando
sobre o rumo que o fluxo de poder tomou, Best comentou que uma lista dessas,
hoje em dia, certamente estaria dominada por Hollywood: Robert Downey Jr. “ganhou mais dinheiro como Homem de Ferro na última década do que Stan Lee,
Jack Kirby, Don Heck e Larry Lieber juntos em toda a sua vida”. [QUADRINHOS]
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