Wolverine: Imortal, inicialmente um projeto de Darren
Aronofsky [+], leva o canadense furioso da Marvel para o Japão, e introduz na
continuidade mutante cinematográfica os personagens do Clã Yashida: o filme
buscou DICAS DE FUNCIONAMENTO na conhecida minissérie do personagem, Eu,
Wolverine, de Chris Claremont [+] e Frank Miller [+].
A recepção crítica até o momento é TÍBIA: são poucas as
resenhas, a maioria delas escritas no piloto automático. Esse é o lado ruim, e
você pode conferi-lo no Metacritic. O lado bom é que a melhor das resenhas, a
de Peter Debruge, para a Variety, é POSITIVA e FUNDAMENTADA. Debruge compara o
filme, que tem a sua primeira cena de ação aos 40 minutos de projeção, com
episódios stand-alone de séries como Sopranos e Breaking Bad: não fazem a trama
avançar aparentemente, mas "aprofundam o nosso entendimento sobre os
protagonistas" da série.
Sobre o trabalho de Mangold, Debruge comenta "o roteiro
elegante e a sensacional trilha com referências culturais cruzadas de Marco
Beltrami", e as referências positivas: vão de Yojimbo, o clássico de Akira
Kurosawa, a Os Diamantes São Eternos, o quarto filme do 007 [ainda
protagonizado por Sean Connery] e passam por "convencer Jackman a canalizar
parte da clássica atitude de Clint Eastwood".
Diz Debruge: "a ideia de Mangold era claramente fazer um
Western no leste, ambientado no Japão e com adversários que usam espadas
samurai, mas no qual o herói é motivado por bravura". [NFN 100MG]
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